quarta-feira, 7 de março de 2012

Atividade do 3º Ano Médio

Answers of UPGRADE VOLUME 3 book - page 9
1-
a) A maioria dos alunos está tentando "colar"
b) Porque não estudaram ou porque a tarefa/prova está mais difícil do que eles imaginam.
c) Resposta Pessoal
2-
a) A citizen is a person who is legally recognized inhabitant of the country he or she lives in.
b) He or she pays taxes and is intitled to the help of the benifits and NHS system.

Atividade do 1º Ano Médio


Atividade do 1º Ano Médio
Answers of the volume 1 UPGRADE book.
Página 11
After Reading
1-
a) ________cut back on ice cream.
b) _________be kinder to his little brother.
2-
c) X
3-
The Pronoun that refers to the middle brother's resolution.
4-
a) Line 7 and 8.
b) Positive
c) light, mend, rock, tie.
5-
a) found
b) float away
c) go astray
d) light.

Notícias aos Alunos de 3º Ano Médio


Qualquer dúvidas que tiver sobre os conteúdos relacionados ao livro UPGRADE, VOLUME 3 da Organizadora: Richmond Educação, Editora Responsável: Gisele Aga, basta enviar o nome da Atividade e a página do livro que eu tentarei ajudá-lo.
Aguardo sua participação neste blog.

terça-feira, 6 de março de 2012

Ilegalidade em concurso público para professor no Maranhão


Data de Publicação: 6 de março de 2012 às 18:20
Gestores estaduais e municipais insistem em não pagar o piso nacional do magistério no Brasil. Uma prova do desrespeito à educação está no concurso público da prefeitura de Montes Altos, no Maranhão. Apesar de a lei 11.738 estabelecer que nenhum professor pode receber menos de R$1.451, para uma jornada de 40 horas, o edital N° 002/2012, aberto em 24 de fevereiro, diz que os professores das séries iniciais vão receber R$680,00 para cumprir uma jornada de 40 horas.
O concurso também abrange os professores com licenciaturas em Letras – Inglês e Português, Matemática e Educação Física. Os educadores dessas áreas, de acordo com o edital nas páginas 14 e 15, vão receber R$820,00 para uma jornada de 40 horas, uma irresponsabilidade do gestor municipal em relação à legislação federal. “Este concurso é totalmente ilegal, nenhum professor pode receber menos que o piso salarial nacional”, afirma o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), Júlio Pinheiro.
Segundo o sindicalista, não há motivos para as prefeituras e estados descumprirem o piso salarial. A lei diz que os gestores que não puderem pagar o piso podem recorrer ao Governo Federal e, mediante a comprovação da falta de recursos, através da prestação de contas, há a garantia de recursos extras para o pagamento do direito aos trabalhadores.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Homenagem à Mulher

No dia 10 de Março de 2012, sábado, haverá no STEEI a partir da 8:00 h, um café da manhã, com palestras e sorteios de brindes, que são: 1 tablet, 2 câmeras fotográficas, 2 celulares e 2 bíblias.
Estarão presentes Dr. Pedro Mário - saúde da mulher e Dra. Ticiany Barbosa - preservando a voz.
Portanto, o STEEI e o SINPROESEMMA  convida todas as mulheres trabalhadoras da educação para uma manhã de homenagens ao dia da mulher, com café da manhã, palestras educativas e os sorteios dos brindes já citados.

Cachoeira Grande mantém alunos em taperas, com fome e água insalubre

Postado pelo SINPROESEMMA
Data de Publicação: 5 de março de 2012 às 14:45

Trabalhadores em Educação de Cachoeira Grande, município localizado a 98 km de São Luís (MA), estão inconformados com as condições precárias da educação na área rural da cidade e fazem várias denúncias contra a gestão municipal. Eles protestam contra o descaso do prefeito Francivaldo Vasconcelos, na área educacional, e reivindicam vários direitos não cumpridos pelo gestor.
Entre as reivindicações elencadas pelo Núcleo do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), na região, destacam-se a devida distribuição e aplicação dos recursos do Fundo destinado à educação brasileira, o Fundeb; a construção de escolas com infraestrutura digna para os alunos, que atualmente freqüentam aulas, na zona rural, em taperas (casesbres em ruínas); e a valorização dos funcionários das escolas, que chegam a receber a quantia irrisória de R$150,00, por mês, menos que um quarto do valor do salário mínimo atual.
“Queremos saber onde estão sendo aplicados os recursos da educação”, questiona o coordenador do núcleo do Sinproesemma em Cachoeira Grande, Cleomar Gomes. Segundo ele, só em 2011, o município recebeu R$5.729.712,09, correspondentes aos repasses do Fundeb. “No entanto, o que se observa é um abando por parte da prefeitura. As escolas da nossa cidade, principalmente da zona rural, não apresentam condições físicas adequadas”, afirma.
No povoado de Estiva do Nazário, os professores e alunos dividem o ambiente escolar com uma mesa de sinuca, o que configura um local inadequado para cumprir os objetivos pedagógicos da escola. Na localidade conhecida como Sete Sangria, uma cacimba, espécie de poço artesanal, de águas rasas, a céu aberto, sem as mínimas condições de higiene, serve como fonte de água para o único filtro de barro da escola.
Trabalho escravo
“Os salários pagos aos profissionais não docentes contratados são humilhantes e retratam o tratamento dado à educação pelo gestor municipal”, denuncia Cleomar. Ele informa que uma zeladora recebe da prefeitura cerca de R$200,00, mensalmente, e as trabalhadoras que servem a merenda escolar recebem em torno de R$150,00 por mês. “Vamos levar este caso ao Ministério Público do Trabalho para solicitar que a Delegacia do Trabalho investigue o caso” Afirma o diretor de comunicação do Sinproesemma, Júlio Guterres.
Falta de transporte
As condições do transporte escolar também são precárias. Segundo os moradores, o ônibus alugado pela prefeitura oferece risco aos alunos. Recentemente, devido a um problema no freio, o veículo invadiu uma casa no município. O Diário Oficial do Estado, publicado em 29 de agosto de 2011, mostra que o valor mensal pago pelo ônibus é R$20.500,00.
Os atrasos no itinerário também são constantes. Os professores do município argumentam que muitos alunos moram a muitos quilômetros da unidade de ensino e a demora do serviço de transporte compromete as aulas e a qualidade da educação. “A gente nem coloca falta nesses estudantes que moram longe da escola, pois nós entendemos as dificuldades deles”, conta o professor Cleomar.
Fome
Outro ponto que demonstra o descaso do prefeito com a educação do município é a falta de merenda escolar. Além das condições precárias do ambiente escolar, os alunos ainda assistem com fome às aulas. O coordenador do núcleo do sindicato conta que as refeições não são oferecidas regulamente as crianças. “Muitos alunos ficam na escola com fome, pois são oriundos de famílias pobres e precisam do lanche”, relata.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Aulas aos sábados serão opcionais para os professores

Data de Publicação: 16 de fevereiro de 2012 às 19:26
A direção do Sinproesemma discutiu com o secretário de Estado de Educação, Bernardo Bringel, a intenção do governo do Estado de incluir os sábados no calendário escolar da rede pública estadual de ensino. Ao demonstrar a posição contrária do sindicato com relação às atividades nos sábados, a direção foi informada pelo secretário de que o governo precisará apenas de dois sábados, durante o ano letivo de 2012, e que o trabalho dos educadores será opcional e remunerado.

O tema foi discutido na reunião sobre o Estatuto do Educador, realizada nesta quarta-feira (15), na Secretaria de Estado de Educação (Seduc). Além de esclarecer aos diretores sobre as atividades docentes aos sábados, o secretário adiantou à direção que o governo tem a meta de criar um programa de educação, que ampliará as atividades curriculares, incluindo aulas aos sábados. Porém, os professores serão incluídos no programa por meio de seletivo, com acesso opcional e remuneração compatível com as atividades desempenhadas.

Jornada

Os diretores também cobraram do governo o cumprimento da Lei do Piso, no que diz respeito à jornada de trabalho dos professores, que prevê um terço da carga horária para atividades pedagógicas extraclasse. Segundo o presidente do Sinproesemma, o cumprimento da legislação acarreta ao Executivo o acréscimo, em torno de 30%, de novos professores na rede pública de ensino. Diante desse pré-requisito para cumprir a resolução, o secretário disse à direção do sindicato que o Estado tem dificuldades, no momento, em cumprir a determinação legal.

Por outro lado, a direção do Sinproesemma vai discutir a questão em reunião interna e definir que encaminhamentos serão dados para que a Lei do Piso seja cumprida, integralmente, pelo governo do Estado.